Facebook assume suas responsabilidades

Facebook assume suas responsabilidades

Crédito: thejacarandas.co.za

É fato que estamos vivendo intensamente a era da tecnologia. À primeira vista, pode parecer um exagero para alguns, mas até o jeito de consumirmos informação mudou do dia para a noite. Isso sem contar na maneira de pedir comida, de se relacionar com as pessoas e até com o gerente do banco. Logo, a velocidade com que tudo chega até nós e se torna volátil e imediatamente dispensável, é inacreditável.

Ambiente digital mais transparente
Essa mudança gera, consequentemente, insegurança entre os usuários. Por isso, cada vez mais as grandes companhias têm se preocupado com a transparência de suas ações. Facebook é uma delas. Isso porque, como sabemos, o vazamento de dados pessoais de usuários dessa rede social já aconteceu várias vezes. O próprio Mark Zuckerberg, co-fundador e chairman da empresa, falou várias vezes sobre o assunto na imprensa e, recentemente foi convocado pela justiça americana para explicar por que os dados de seus “consumidores” andaram escapando da rede.

Nome aos bois
Numa tentativa de dar certa segurança aos seus usuários e deixar claro quais são os produtos da empresa, o Facebook começou a assinar seus aplicativos. Isso mesmo. Em breve, teremos “Instagram do Facebook” e “WhatsApp do Facebook”, talvez de forma simultânea. Definitivamente, mostrar aos consumidores que os Apps pertencem à mesma marca, dá um certo alívio. Ao mesmo tempo, nada garante que dados não vão vazar. Mas isso é uma outra história.

Ligação imediata
O Facebook e o Instagram estão diretamente conectados. Por meio deles, você consegue compartilhar conteúdos, agilizando a comunicação com seus seguidores. No WhatsApp, há dois anos, é possível que empresas adicionem um botão “call-to-action” para compartilhar com mais rapidez seus posts patrocinados do Facebook. A velocidade com que a informação atinge milhares de pessoas, facilita e proporciona novas formas de negócio.

Fake News
Ao mesmo tempo que as redes permitem interação entre pessoas e empresas no mundo inteiro, elas também são capazes de disseminar notícias falsas e criar bolhas entre pequenos grupos que selecionam as notícias que mais os agrada sem levar em conta a veracidade do conteúdo.

Logo, tudo o que é compartilhado nas redes sociais pode ser, sim, fruto da Fake News. E, hoje, por falta de tempo e pela quantidade de informação que circula na Web, as pessoas não estão interessadas em checar o conteúdo que recebem. Elas preferem absorver apenas o que parece interessante.

Mas isso não é tudo!
É claro que, sob esse ponto de vista, fica muito fácil demonizar as mídias e as redes sociais, e culpá-las pela crise de credibilidade pela qual estamos passando atualmente. Não à toa, um estudo global da Edelman Trust Barometer, em 2018, mostrou que 58% dos brasileiros não sabem diferenciar verdade de mentira.

O fato é que não dá para ser simplista na hora de analisar a utilidade da internet. Ela ajuda, e muito, as pessoas a se comunicarem, as informações chegarem aos lugares mais remotos e até a promover educação de qualidade (EAD). Logo, a assinatura do Facebook em seus Apps mostra que a empresa se preocupa, de certa forma, com a segurança de seus usuários que saberão com quem reclamar, se algo der errado ou desagradá-los por algum motivo.

Mas, calma. Definitivamente, isso não vai mudar em nada as funções dos Apps, tão pouco suas telas iniciais. O grande objetivo dos executivos da empresa é, realmente, dialogar com mais clareza com seus usuários sobre os produtos e serviços que fazem parte do Facebook.

Você pode conferir essa mudança no aplicativo Workplace. Ele já vem com a assinatura do Facebook.

Crédito: Phillip M./text]

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O que você acha dessa mudança de nome, faz diferença na sua vida?
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