O despertar para si mesma

O despertar para si mesma

Crédito: acervo pessoal

A psicóloga Ione Silvah nunca tinha parado para pensar no rumo que sua vida tinha tomado. Por 20 anos, trabalhou, cuidou dos filhos e da família. Mas, ela mesmo, tinha ficado para trás. “Apenas sentia dentro de mim algo gritando: você precisa dar um tempo, parar tudo e corrigir a rota”, conta.

Numa viagem turística, sem muitas expectativas, para conhecer o Cânion de Xingó, na divisa de Alagoas e Sergipe, Ione começou a refletir sobre tudo.

A experiência foi tão intensa que ela voltou mais quatro vezes ao local. “Era uma espécie de livro que comecei a ler e tinha o maior prazer em devorar todas páginas até chegar ao capitulo final”, explica.

“Durante um ano, fiquei no meu sabático interno, sem tomar decisões, sem movimentar nada de novo. Mas, 2014 foi meu ano de transformação”, revela.

Na verdade, quando se deparou pela primeira vez com aquele cenário, Ione se deu conta de estava diante de quem ela era de verdade. “Ali, toda minha história fazia sentido. As decisões que tomei, as empresas que trabalhei, a carreira que segui, os cursos que fiz, os meus filhos, os casamentos desfeitos, as tentativas de amor e do amor ao próximo”, conta emocionada.

No final desse sabático, Ione descobriu que é muito mais que uma pessoa na vida de alguém. “Sou eu mesma na minha vida, ninguém é mais importante que do eu”, conclui.

Conheça também as histórias de Nana BulgareliVivi Noda. Elas descobriram, durante um ano sabático, que a vida poderia mudar e ser ainda melhor.


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www.exame.abril.com.br
www.folha.uol.com.br

O que você mudaria na sua vida durante um período sabático?
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